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  • Foto do escritorRafael Oliveira

Distância de caminhada: um ponto crucial no transporte corporativo.


Mulher se deslocando para tomar o ônibus corporativo

Quando se trata de operações de fretados para o transporte de colaboradores, a distância de caminhada para embarque é um fator crítico que frequentemente é subestimado. No entanto, considerar essa distância é essencial para balancear a segurança e conforto dos funcionários e os custos, do ponto de vista da empresa.


Neste artigo, exploraremos a importância de incluir a distância de caminhada como um item fundamental na política de transporte.


Mas primeiro, o que é a Política de transportes?


A política de transporte é um conjunto de diretrizes, regras e regulamentos que uma organização estabelece para gerenciar e governar as operações de transporte de seus colaboradores. Ela define como o transporte será fornecido, quem é elegível para usá-lo, quais são as condições de segurança e conforto, e quais são as responsabilidades tanto da empresa quanto dos funcionários em relação ao transporte corporativo.


Essa política garante a eficiência e qualidade do transporte, a segurança e satisfação dos colaboradores que utilizam o transporte fornecido pela empresa.


Distância de caminhada: um elemento vital na política de transporte


É imprescindível que a política de transportes estipule a distância máxima que os colaboradores devem percorrer a pé até o ponto de embarque em um veículo fretado. Esta é uma medida que visa atender a alguns itens. São eles:


Segurança:

A distância de caminhada limitada ou adaptável ao horário do embarque reduz a suscetibilidade do colaborador à violência urbana. Além do aspecto concreto, isso demonstra que a organização está preocupada e zelosa quanto à integridade do seu time.


Conforto:

Caminhar 200 metros é muito melhor que 1 km, sem dúvidas. Mas imagine deslocar todos os veículos da frota para buscar cinco mil funcionários quase na porta de suas casas, não parece muito inteligente - e saudável financeiramente. Por outro lado, rotas que passem apenas em grandes avenidas, afastadas de zonas residenciais, parecem ser bem mais econômicas. Mas quais os desafios os colaboradores terão que enfrentar para chegar até lá?


Custo

Reduzir o custo é bom e muitas vezes o objetivo primário. Mas, na prática, para obter essa redução, deve-se olhar e verificar também as demais variáveis. Considerar os aspectos, como distância de caminhada e tempo de viagem, diferencia projetos de sucesso dos demais. A palavra chave é bom senso! Chegar a um meio termo que não desagrade por completo nem os funcionários que vão se deslocar nem a diretoria da empresa que vai pagar a conta é fundamental.


Por fim, não considerar pontos chaves, como a distância de caminhada, é sujeitar a sua operação de transporte corporativo aos impactos gerados por insatisfações e questionamentos, tanto de funcionários quanto do RH e da Diretoria. Portanto certifique-se de ter ajuda profissional nessa área e tenha a certeza de estar sempre à frente do problema.


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